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Daiichi Sankyo Portugal, Lda.

LIXIANA®▼ (edoxabano) anticoagulante oral, de toma diária única, alcança endpoint primário no estudo Hokusai-VTE CANCER

  • Hokusai-VTE CANCER é um estudo de fase 3b, prospetivo, aleatorizado, em regime   aberto, com avaliação oculta de endpoint (PROBE) que avaliou os efeitos de edoxabano versus os da heparina de baixo peso molecular (HBPM) dalteparina, no tromboembolismo venoso (TEV) associado a um cancro primário ativo.1,2,3

  • O estudo alcançou o endpoint primário de não-inferioridade relativamente ao TEV recorrente ou à hemorragia major definida pelos critérios da ISHT.1,2,3

Munique, Alemanha (12 de dezembro, 2017) – A Daiichi Sankyo, anunciou hoje os resultados do estudo Hokusai-VTE CANCER, que avaliou o edoxabano (conhecido pela marca LIXIANA®, fora dos Estados Unidos e como SAVAYSA® nos Estados Unidos) e que demonstrou que este anticoagulante oral de ação direta é não-inferior à dalteparina, uma HBPM injetável subcutânea, no endpoint composto de TEV recorrente ouhemorragia major.2,3 Os resultados do estudo foram simultaneamente publicados no New England Journal of Medicine (NEJM) e apresentados durante as sessões do 59th American Society of Hematology (ASH) Annual Meeting em Atlanta, Georgia.

Hokusai-VTE CANCER é o primeiro estudo realizado com um anticoagulante oral de ação direta (DOAC), edoxabano, a alcançar os critérios pré-definidos de não-inferioridade versus a terapêutica padrão, dalteparina, nesta população de doentes.2,3 O estudo atingiu o objetivo primário de não-inferioridade para o  edoxabano num composto de primeiro TEV recorrente ou hemorragia major definida pelos critérios da ISHT, durante os 12 meses do estudo, que ocorreu em 67 dos 522 doentes (12,8%) do grupo edoxabano e em 71 dos 524 doentes (13,5%) no braço dalteparina (hazard ratio com edoxabano, 0,97; 95% IC, 0,70 a 1,36; P=0,0056 para não-inferioridade) para uma diferença de risco (edoxabano menos dalteparina) de -0,7% (95% IC, -4,8 a 3,4) .2,3

A diferença no risco de TEV recorrente foi de -3,4%% (95% IC, -7.0 a 0.2), considerando que a diferença correspondente no risco de hemorragia major foi de 2.9% (95% CI, 0.1 a 5.6.3 A frequência de eventos hemorrágicos major (categorias 3 e 4) foi semelhante no tratamento com edoxabano e dalteparina (12 doentes em cada grupo, respetivamente)2,3 Não ocorreu nenhuma hemorragia fatal no grupo de edoxabano, enquanto no grupo dalteparina ocorreram duas hemorragias fatais.3

O estudo alcançou também o outcome secundário de sobrevivência livre de eventos (livre de TEV recorrente, hemorragias major ou morte) aos 12 meses, e as taxas foram semelhantes entre edoxabano e dalteparina (55.0% e 56.5%, respetivamente).2,3 O estudo teve um desenho PROBE (Prospective, Randomized, Open, Blinded Endpoint) e incluiu um grupo abrangente de doentes (n=1,050) com cancro primário ativo (98%): 53% dos quais tinham cancro metastático e 72% estavam a receber terapêuticas anticancerigenas no momento da aleatorização.2,3 Este foi o maior ensaio clínico prospetivo, aleatorizado a estudar o benefício e o risco de um DOAC em doentes oncológicos versus a atual terapêutica standard injetável, dalteparina. O Hokusai-VTE CANCER é o primeiro estudo a demonstrar que um DOAC, edoxabano, é não-inferior à terapêutica padrão, uma HBPM injetável (dalteparina), nesta população.2,3

“Os doentes com cancro têm um risco de TEV significativamente aumentado e são uma população de alto risco, uma vez que 82% dos doentes têm um ou mais fatores de risco pré-definidos de hemorragia”, afirmou o co-investigador principal do estudo, Professor Harry Büller, do Departamento de Medicina Vascular do Academic Medical Center, Amesterdão, na Holanda. “Verificámos uma incidência de TEV mais baixa nos doentes tratados com edoxabano em comparação com os que receberam dalteparina ao longo de um ano de estudo. Verificámos também entre o edoxabano e a dalteparina uma gravidade clínica dos eventos hemorrágicos semelhante. Em doentes oncológicos, o risco de TEV persiste após os seis meses, portanto, a duração de 12 meses do estudo permitiu a avaliação dos efeitos de edoxabano durante um período mais longo”.

 

O TEV inclui a trombose venosa profunda (TVP) e a embolia pulmonar (EP) e representa a segunda principal causa de morte em doentes com cancro que estão a fazer quimioterapia.4

As guidelines atuais recomendam as HBPM durante, pelo menos, seis meses, como tratamento padrão, em doentes oncológicos,5,6,7 e, neste momento, verifica-se uma fraca adesão a essas recomendações devido à necessidade de fazer injeções diárias. O tratamento do TEV associado ao cancro representa um desafio porque estes doentes têm um risco acrescido tanto de TEV como de hemorragia major.2 A ocorrência de TEV em doentes com cancro aumenta entre duas a seis vezes o risco de morte4 e pode ser causa de interrupção do tratamento oncológico.8

“A utilização de um anticoagulante oral que alivie o desconforto associado às injeções diárias, sem perda de benefício clínico, pode representar um avanço para os doentes oncológicos com TEV”, afirmou o Dr. Hans J. Lanz, MD, Vice-Presidente, Global Medical Affairs da Daiichi Sankyo. “Os dados continuarão a aumentar o conhecimento do Programa de Investigação Clínica de Edoxabano, que tem fornecido informações fundamentais sobre os potenciais efeitos do edoxabano em doentes com TEV e fibrilhação auricular”

Sobre o estudo Hokusai-VTE CANCER
O Hokusai-VTE CANCER é um estudo multinacional, prospetivo, aleatorizado, aberto, com avaliação oculta de endpoint (PROBE) que avaliou a eficácia e segurança da administração de uma dose diária única de edoxabano em comparação com dalteparina no tratamento do TEV associado ao cancro.1,2,3

O objetivo do estudo foi avaliar o edoxabano em comparação com dalteparina na prevenção do outcome combinado de TEV recorrente ou hemorragia major em doentes com TEV associado ao cancro.1,2,3 Outros objetivos incluíram a avaliação dos efeitos do tratamento na recorrência de TEV, na hemorragia clinicamente relevante e na sobrevida livre de eventos, definida como a proporção de doentes que, ao longo do tempo, estiveram livres de TEV recorrente, de hemorragias major e morte.1,2,3 O estudo envolveu 1 050 doentes de 13 países da América do Norte,  Europa,  Austrália e Nova Zelandia.2,3 Os doentes foram aleatorizados para receber edoxabano na dose de 60 mg uma vez ao dia (ou dose reduzida de 30 mg de edoxabano nos doentes com clearance de creatinina [ClCr] 30-50 mL/min, peso corporal ≤ 60 kg, ou utilização concomitante de inibidores da glicoproteina-P), após  tratamento inicial com HBPM durante, pelo menos, cinco dias; ou dalteparina SC 200 IU/kg, uma vez por dia, durante 30 dias, seguida de 150 IU/Kg uma vez ao dia no restante período do estudo (12 meses).1,2,3

Para mais informações, por favor visite: https://www.clinicaltrials.gov/ct2/show/NCT02073682.9 

Sobre Tromboembolismo Venoso

O Tromboembolismo Venoso (TEV) incluí duas condições clínicas, a trombose venosa profunda (TVP) e o embolismo pulmonar (EP). A TVP é uma doença causada pela formação de um coágulo nas veias profundas, geralmente, na parte inferior da perna, coxa ou pelve, embora também possam ocorrer em outras partes do corpo.10 O EP ocorre quando parte de um coágulo se solta, alojando-se nas artérias pulmonares, causando uma condição potencialmente fatal.11

O TEV é uma importante causa de mortalidade e morbilidade.12 Nos 25 países da União Europeia ocorrem mais de 1,5 milhões de eventos tromboembólicos por ano e calcula-se que a incidência de TEV nos países em desenvolvimento é de 1-3% por 1 000 adultos.13,14 A incidência de um TEV prévio é o principal fator de risco de ocorrência de um segundo TEV. Depois dos 50 anos de idade esse risco duplica a cada dez anos.15

Sobre TEV e cancro

O TEV é uma importante causa de mortalidade e morbilidade em doentes com cancro, com uma incidência anual que pode ser mais elevada que 20%, dependendo do tipo de cancro, do risco pessoal e do tempo até ao diagnóstico.16,17 Os doentes com cancro têm múltiplos fatores de risco de TEV e o risco de eventos tromboembólicos aumenta em doentes que fazem quimioterapia.18 Além disso, os doentes com cancro e TEV têm uma taxa de sobrevivência mais reduzida do que os que não sofreram um TEV.18

Sobre Edoxabano

Edoxabano é um inibidor direto do fator Xa, de administração oral, uma vez ao dia. O fator Xa é um dos componentes-chave responsáveis pela formação de coágulos, pelo que, a sua inibição torna o sangue mais fluído e menos propenso à formação de coágulos. Edoxabano é, atualmente, comercializado no Japão, Estados Unidos da América, Coreia do Sul, Hong Kong, Taiwan, Suíça, Reino Unido, Alemanha, Irlanda, Holanda, Itália, Espanha, Bélgica, Áustria, Portugal e noutros países europeus.

 

O resumo das características do medicamento (RCM) de edoxabano pode ser consultado aqui:

https://ec.europa.eu/health/documents/community-register/2015/20150619132091/anx_132091_pt.pdf [DB1] 

Sobre o Programa de Investigação Clínica de Edoxabano

A Daiichi Sankyo está comprometida em alargar o conhecimento científico sobre edoxabano, como demonstrado através dos nossos programas de investigação para avaliar a utilização de edoxabano num vasto conjunto de doenças cardiovasculares, tipos de doentes e variantes clínicas na fibrilhação auricular e no tromboembolismo venoso (TEV). O programa de investigação clínica de edoxabano inclui vários ensaios clínicos (ensaios aleatorizados e controlados), registos e estudos não intervencionais, com o objetivo de gerar novos dados clínicos e da prática real sobre a utilização deste novo anticoagulante oral nas diversas populações de doentes com FA e TEV. A Daiichi Sankyo espera que mais de 100 000 doentes participem no programa de investigação de edoxabano, incluindo nos estudos já concluídos, em curso, ou futuros.

Os ensaios clínicos aleatorizados incluem os estudos:

  • ENSURE-AF (EdoxabaN vs. warfarin in subjectS UndeRgoing cardiovErsion of Atrial Fibrillation), em doentes com FA, submetidos a cardioversão elétrica

  • ENTRUST-AF PCI (EdoxabaN TReatment versUS VKA in paTients with AF undergoing PCI), em doentes com FA submetidos a intervenção coronária percutânea

  • Hokusai-VTE Cancer (Edoxaban in Venous Thromboembolism Associated with Cancer), em doentes com cancro e TEV agudo

  • ELDERCARE-AF (Edoxaban Low-Dose for EldeR CARE AF patients), em doentes japoneses idosos com FA

  • ELIMINATE-AF (EvaLuatIon of edoxaban coMpared with VKA IN subjects undergoing cAThEter ablation of non-valvular Atrial Fibrillation)

  • ENVISAGE-TAVI AF (EdoxabaN Versus standard of care and theIr effectS on clinical outcomes in pAtients havinG undergonE Transcatheter Aortic Valve Implantation (TAVI) – Atrial Fibrillation)

Para além destes estudos, registos globais e regionais vão fornecer importantes dados da vida real sobre a utilização de edoxabano e outros anticoagulantes orais na prática do dia-a-dia. Entre estes estudos estão:

  • ETNA-AF (Edoxaban Treatment in routiNe clinical prActice in patients with non valvular Atrial Fibrillation)
  • ETNA-VTE (Edoxaban Treatment in routiNe clinical prActice in patients with Venous ThromboEmbolism)

  • EMIT-AF/VTE (Edoxaban Management In diagnostic and Therapeutic procedures-AF/VTE);

  • Prolongation PREFER in AF (PREvention oF thromboembolic events – European Registry) in patients with AF

  • ANAFIE (All Nippon AF In Elderly) Registry in Japan

  • Cancer-VTE Registry in Japan

Comprometemo-nos a adicionar ao conhecimento científico sobre edoxabano uma variedade de dados de doentes com AF e VTE, incluindo os subgrupos mais vulneráveis.

Sobre a Daiichi Sankyo

O Grupo Daiichi Sankyo dedica-se à criação e disponibilização de produtos farmacêuticos inovadores para a abordagem de diversas necessidades não atendidas de doentes, tanto nos mercados já estabelecidos, como nos emergentes. Com mais de 100 anos de experiência clínica e presente em mais de 20 países, a Daiichi Sankyo e os seus 15 000 colaboradores espalhados por todo o mundo, desenharam sobre um rico legado de inovação e de um robusto pipeline de novos e promissores medicamentos para ajudar as pessoas. A somar a um forte portfolio de medicamentos para a hipertensão e para alterações trombóticas, da Visão 2025 do Grupo, faz parte a ambição de se tornar numa “Farmacêutica Global Inovadora com Vantagem Competitiva em Oncologia”. Neste sentido, o departamento de Investigação e Desenvolvimento Da Daiichi Sankyo está, antes de mais, focado em trazer quatro novos tratamentos oncológicos, incluindo na área da imuno-oncologia, com um enfoque adicional em novas áreas, como o tratamento da dor, as doenças neurodegenerativas e outras doenças. Para mais informação, por favor visite: www.daiichi-sankyo.pt 

Contactos

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RXconsulting

Communication Consultant

patriciarebelo@rxconsulting.pt

 

Valentina Messora

Daiichi-Sankyo Portugal

Brand Manager

Valentina.messora@daiichi-sankyo.pt

 

Sonsoles Dorao

Daiichi Sankyo Iberia

Marketing & Iberia Product Communication Manager

Sonsoles.Dorao@daiichi-sankyo.es

Declarações sobre considerações futuras:

Este press release contém declarações sobre os desenvolvimentos futuros no setor e as condições legais e comerciais da Daiichi Sankyo Co. Ltd. Estas considerações futuras são incertas e estão constantemente sujeitas a alterações, particularmente no que respeita ao risco que, habitualmente, uma companhia farmacêutica global enfrenta, incluindo o impacto dos preços para os produtos e matéria-prima, segurança da medicação, alterações nas taxas de câmbio, regulação governamental, taxas, instabilidades políticas e terrorismo, bem como os resultados das questões independentes e inquéritos governamentais que afetam as relações da companhia. Todas as considerações futuras incluídas neste press release permaneciam verdadeiras até à data da sua publicação. Elas não representam qualquer garantia de um cenário futuro. Os eventos e desenvolvimentos atuais podem ser diferentes das considerações futuras que estão explicita ou implicitamente expressas nesta declaração. A Daiichi Sankyo Co., Ltd. não assume qualquer responsabilidade pela atualização de tais considerações sobre o futuro do setor e das condições legais e comerciais da empresa.

Referências

  1. Van Es N, et al. Edoxaban for the treatment of venous thromboembolism in patients with cancer – rationale and design of the Hokusai-VTE-cancer study. Thromb Haemost.  2015;114(6):1268-76.

  2. Raskob GE, Van Es N, Verhamme P, Carrier M, Di Nisio M, Garcia DA, et al. LBA-6 A Randomized, Open-Label, Blinded Outcome Assessment Trial Evaluating the Efficacy and Safety of LMWH/Edoxaban Versus Dalteparin for Venous Thromboembolism Associated with Cancer: Hokusai-VTE-Cancer Study. Abstract presented at the Annual Society of Hematology Annual Meeting, 2017.

  3. Raskob GE, van Es N, Verhamme, P, Carrier M, Di Nisio M, Garcia DA, et al.  Edoxaban for the treatment of cancer-associated thromboembolism. N Engl J Med. 2017. DOI: 10.1056/NEJMoa1711948

  4. Khalil J, et al. Venous thromboembolism in cancer patients: an underestimated major health problem. World J Surg Oncol. 2015;13:204

  5. Mandalà M, Falanga A, Roila F. Management of venous thromboembolism (VTE) in cancer patients: ESMO Clinical Practice Guidelines. Ann Oncol. 2011;22 (Suppl 6): vi85-vi92.

  6. Kearon C, Aki EA, Ornelas J, Blaivas A, Jimenez D, Bounameaux H, Huisman M, et al. Antithrombotic therapy fir VTE disease. CHEST guidelines and expert panel report. Chest. 2016;149(2):315-52.

  7. Lyman GH, Bohlke K, Khorana AA, Kuderer NM, Lee AY, Arcelus JI, et al. Venous Thromboembolism Prophylaxis and Treatment in Patients With Cancer: American Society of Clinical Oncology Clinical Practice Guideline Update 2014. J Clin Oncol. 2015;11(3):e442-e444.

  8. Hisada Y, et al. Venous Thrombosis and Cancer: from Mouse Models to Clinical Trials. J Thromb and Haemost. 2015;13(8):1372-82.

  9. ClinicalTrials.gov. Cancer Venous Thromboembolism (VTE). Available at: https://clinicaltrials.gov/ct2/show/NCT02073682. [Last accessed: December 2017].
  10. Deep Vein Thrombosis (DVT) / Pulmonary Embolism (PE) — Blood Clot Forming in a Vein. Centers for Disease Control and Prevention. Available at: http://www.cdc.gov/ncbddd/dvt/facts.html. [Last accessed: December 2017].
  11. Van Beek E, et al. Deep vein thrombosis and pulmonary embolism. New York: John Wiley & Sons, 2009. Print.

  12. Cohen A, et al. Venous thromboembolism (VTE) in Europe. Thromb Haemost. 2007;98(4):756-64.
  13. The Coalition to Prevent VTE. Available at: http://www.coalitiontopreventvte.org/INDEX_CFM/T/THE_BURDEN_OF_VTE/VID/DCD0A03F_1422_16B3_78E0B9EB0571.HTM
  14. Braekkan, S. K. et al. Body height and risk of venous thromboembolism: The Tromsø Study. Am J Epidemiol. 2010;171:1109–15.
  15. Zagaria, M. Venous Thrombosis: Pathogenesis and Potential for Embolism. US Pharm. 2009;34:22-24.
  16. Ay C, et al. Prediction of venous thromboembolism in cancer patients. Blood. 2010;116:5377-82.
  17. Khorana AA, et al. Thromboembolism is a leading cause of death in cancer patients receiving outpatient chemotherapy. J Thromb Haemost. 2007;5(3):632-634.
  18. Lee AYY, Levine N. Venous thromboembolism and cancer: Risks and outcomes. Circ. 2003;107:I17-I21.

 [DB1]Acrescentar IECRCM