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Daiichi Sankyo Portugal, Lda.

Evento de lançamento de um novo fármaco que previne o AVC em doentes com fibrilhação auricular reúne painel de especialistas em Lisboa

Dia Nacional do Doente com AVC | 31 de março 

Evento de lançamento de um novo fármaco que previne o AVC em doentes com fibrilhação auricular reúne painel de especialistas em Lisboa

  • No dia em que se assinala o Dia Nacional do Doente com AVC, a Daiichi Sankyo Portugal promove evento de lançamento de edoxabano, o primeiro anticoagulante oral de ação direta (AOD) que combina a toma única diária com a eficácia na prevenção do AVC e redução significativa de hemorragias graves. Cardiologistas, internistas e neurologistas irão discutir as potencialidades desta nova opção terapêutica. 

  • De acordo com o estudo FAMA, 25% dos AVC estão relacionados com a fibrilhação auricular. Em Portugal, 2,5% da população com mais de 40 anos sofre de fibrilhação auricular. Para além disso, segundo o mais recente Estudo SAFIRA (System of AF Evaluation In Real World Ambulatory Patients), perto de 9% dos portugueses com mais de 65 anos sofre desta doença, e, destes, mais de 35% não estarão diagnosticados. 

Lisboa, 31 de março de 2017. O evento promovido pela Daiichi-Sankyo Portugal terá lugar hoje, ao final da tarde, na Tapada da Ajuda, em Lisboa, e conta com a participação do Dr. Pedro Marques da Silva, internista do Hospital de Santa Marta; do Dr. Carlos Aguiar, cardiologista do Hospital de Santa Cruz; do Prof. Pedro Monteiro, cardiologista do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra e do Prof. Miguel Viana Batista, neurologista do Hospital de Egas Moniz, com a moderação de Fernando Alvim.

O fármaco comercializado pela Daiichi Sankyo já está disponível nas farmácias com indicação para a prevenção do acidente vascular cerebral (AVC) e embolismo sistémico (ES) em doentes adultos com fibrilhação auricular não-valvular (FANV) e para o tratamento da trombose venosa profunda (TVP) e da embolia pulmonar (EP) e prevenção da TVP e da EP recorrentes.

A eficácia e segurança de edoxabano foram investigadas em dois dos maiores ensaios globais comparativos com varfarina alguma vez realizados com um anticoagulante oral, em doentes com fibrilhação auricular não-valvular ou tromboembolismo venoso (TEV) agudo, envolvendo 21.105 e 8.292 doentes, respetivamente.1,2

Referindo-se aos resultados deste estudo, o Prof. Doutor Pedro Monteiro afirmou que “o edoxabano demonstrou ser um fármaco seguro, eficaz, de toma única diária, que vai permitir tratar ainda melhor os nossos doentes com fibrilhação auricular, no sentido de prevenirmos o drama de saúde pública que representa o AVC em Portugal”.

Para o Prof. Doutor Miguel Viana Baptista, neurologista do Hospital de Egas Moniz, “o aparecimento dos novos anticoagulantes orais permitiu que um maior número de doentes com fibrilhação auricular e risco tromboembólico passassem a fazer terapêutica anticoagulante” e que “a chegada de edoxabano poderá contribuir para que esse número aumente ainda mais, nomeadamente dentro de populações mais vulneráveis como os doentes idosos, que comportam um grande risco hemorrágico, mas também um elevado risco tromboembólico e que não podemos deixar de tratar sob pena de não os estarmos a proteger contra eventos isquémicos”.

Edoxabano está também indicado para a trombose venosa profunda, uma complicação frequente associada a uma elevada morbilidade e mortalidade. A idade avançada, as viagens de longa duração, o cancro, a imobilidade e a administração de determinados medicamentos, nomeadamente alguns contracetivos, são alguns dos fatores que aumentam o risco de TEV, que pode ser fatal, ao provocar uma embolia pulmonar, ou causar sequelas para toda a vida, como a síndrome pós-trombótica, a insuficiência venosa e úlceras nas extremidades. Além disso, comporta um elevado risco de recorrência.

Relativamente a esta indicação, o especialista de Medicina Interna do Hospital de Santa Marta, Dr. Pedro Marques da Silva, avança que, “devido à segurança terapêutica e às características farmacocinéticas e farmacodinâmicas previsíveis do edoxabano, poderemos ter um maior número de doentes tratados em ambulatório, permitindo a redução dos custos hospitalares, e uma efetividade terapêutica que nos garanta uma eficácia na redução do tromboembolismo venoso recorrente”.

Edoxabano atua através da inibição do fator Xa, que é um ativador da coagulação, e tem um mecanismo de ação rápido, com um início de ação entre uma a duas horas após a administração. Não necessita de controlo laboratorial regular do INR e pode ser administrado com ou sem alimentos, tendo baixo risco de interações com outros medicamentos. O aparecimento deste novo fármaco amplia as opções terapêuticas que os médicos podem oferecer aos seus doentes.

Por outro lado, outro problema que condiciona a terapêutica anticoagulante nestes doentes é a má adesão ao tratamento. Ao ser administrado numa única dose diária, o edoxabano favorece uma melhor adesão terapêutica por parte dos doentes. 

Sobre a fibrilhação auricular e o tromboembolismo venoso

A fibrilhação auricular caracteriza-se pela presença de batimento cardíaco acelerado e irregular. É o mais frequente tipo de arritmia cardíaca, e está associada a uma mortalidade e morbilidade significativas. Em Portugal, de acordo com os resultados do estudo FAMA, 2,5% da população com mais de 40 anos sofre de fibrilhação auricular. Um em cada cinco AVC está relacionado com a fibrilhação auricular.3 A fibrilhação auricular tem um importante impacto social em Portugal devido à mortalidade e morbilidade geradas, podendo-se-lhe atribuir em 2013 um custo total de 140 M€, cerca de 0,08% do produto interno bruto.4

O tromboembolismo venoso (TEV) é uma doença em que coágulos sanguíneos se formam nas veias. Representa uma importante causa de mortalidade e de morbilidade. O TEV é um problema de saúde pública major na Europa. Por ano, na Europa (França, Alemanha, Itália, Espanha, Suécia e Reino Unido) ocorrem mais de um milhão de episódios de TEV, dos quais 370 000 resultam em morte.

Sobre a Daiichi Sankyo

O Grupo Daiichi Sankyo dedica-se à criação e disponibilização de produtos farmacêuticos inovadores para responder a diversas necessidades médicas para as quais ainda não há soluções, tanto nos mercados desenvolvidos, como nos emergentes. Com mais de 100 anos de experiência científica e com presença marcada em mais de 20 países, a Daiichi Sankyo e os seus 17 000 colaboradores em todo o mundo, aproveitaram o seu vasto legado em inovação e o seu robusto pipeline de promissores novos medicamentos para ajudar as pessoas. Além disso, com o seu forte portefólio de medicamentos para a hipertensão, dislipidemia, infeções bacterianas e doenças trombóticas, a investigação e desenvolvimento do Grupo estão focados em trazer novos tratamentos, incluindo medicamentos biológicos, para as doenças cardiovasculares e metabólicas, para o controlo da dor e para as doenças oncológicas.

Para mais informação, por favor visite: www.daiichi-sankyo.pt  e http://pressportal.lixiana.com/

Contactos

Patrícia Rebelo

RXconsulting

Communication Consultant

patriciarebelo@rxconsulting.pt

 

Valentina Messora

Daiichi-Sankyo Portugal

Brand Manager

Valentina.messora@daiichi-sankyo.pt

 

Gema Villarrubia

Daiichi-Sankyo Iberia

Marketing & Iberia Product Communication Manager

Gema.Villarrubia@daiichi-sankyo.es

 

Referências

  1. Giugliano R, et al. Edoxaban versus warfarin in patients with atrial fibrillation. N Engl J Med. 2013;369(22):2093-2104.
  2. Büller H, et al. Edoxaban versus warfarin for the treatment of symptomatic venous thromboembolism. N Engl J Med. 2013;369(15):1406-1415.
  3. Camm A, et al. Guidelines for the management of atrial fibrillation: the Task Force for the Management of Atrial Fibrillation of the European Society of Cardiology (ESC). Eur Heart J. 2010;31(19):2369–2429.
  4. Gouveia M, Costa J, Alarcão J et al. Burden of disease and cost of illness of atrial fibrillation in Portugal. Rev Port Cardiol. 2015
  5. Cohen, A. T. et al. Venous thromboembolism (VTE) in Europe. The number of VTE events and associated morbidity and mortality. Thrombosis and Haemostasis. 2007;756–764: doi:10.1160/TH07